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A IA não é mais apenas uma ferramenta de automação — ela está evoluindo para se tornar um parceiro autônomo na geração de valor para as empresas. De acordo com a PwC, quase 79% das organizações já começaram a adotar agentes de IA, sinalizando uma mudança decisiva em direção a sistemas autônomos que não apenas executam tarefas, mas também gerenciam fluxos de trabalho complexos e multifuncionais. A McKinsey descreve essa mudança como a ascensão da organização baseada em agentes, construída sobre cinco pilares fundamentais: modelo de negócios, modelo operacional, governança, força de trabalho e tecnologia. Juntos, esses pilares redefinem a forma como o valor é criado — por meio da colaboração entre humanos e agentes, fluxos de trabalho com prioridade na IA e governança integrada.
Assista a esta discussão entre o Dr. Antonio Cisternin, CIO e pesquisador da Universidade de Pisa, e Manoj Chaudhary, CTO e vice-presidente sênior de engenharia da Jitterbit, enquanto eles discutem como empresas de todos os tipos e tamanhos podem se preparar para a IA agêntica, desbloquear ganhos de produtividade e preparar suas operações para o futuro da próxima geração de automação inteligente.
